Livre-se dos embustes!

EMBUSTE – essa palavra está em alta e você sabe o que significa? No sentido literal da coisa podemos dizer que embuste é uma cilada, enodo, armadilha, engano […] e por incrível que pareça essa não é uma palavra nova, ela já existe à anos, e eles, os embustes, também, mas continuamos dando moral à eles.

Mas como saber se a pessoa é um embuste? É simples, utilize o método da reciprocidade, se a pessoa não der o mínimo do que você da à ela, (atenção, conversas, carinho…) é sim um, e vai por mim, ela não serve para você.

Essas espécies nos fazem sentir instigados, geralmente são aqueles crushs que mais nos apaixonamos, por que o ser humano é movido por desafios, mas não caia nessa cilada, se você quer um relacionamento sério, algo duradouro, se livre desse embuste.

A pessoa certa pra você vai ser parecida contigo, gostar mais ou menos das mesmas coisas, terá opiniões não tão divergentes das tuas, e vai retribuir cada gesto que você fizer, ser contigo o que é com ela, aquele lance de ser recíproco.

Eu sei o quão difícil é se livrar daquele embuste, eu mesma conheci uns dois e quando aparece um que não é, fica até estranho, não sei nem como agir, não estou acostumada, mas é tão bom pra variar, sentir que alguém está te retribuindo o que você é pra pessoa, faz a gente acordar até mais feliz sabendo que vai ligar o celular e ter um “bom dia”.

Então, um conselho, se a pessoa ta online e não te responde, se ela só manda mensagem depois que você manda, se quando vocês estão juntos é fria ou não sai do celular, sério, quer ser feliz com alguém? Se livre dela.

Larissa Emely
Ruiva, aprendiz de mãe, caçadora de não embustes.

Você está se ouvindo?

Sempre fui aquela amiga que todos pegam para psicóloga particular; não, eu não estou reclamando disso, eu realmente amo quando eles me ligam bêbados às três da manhã, mas cá entre nós, eu estou longe de ser a melhor conselheira para eles, muito menos o exemplo de vida a ser seguido, mas aparentemente eles me enxergam como tal, e eu, deixo eles acreditarem nisso.

A maioria dos conselhos que eu dou são a respeito de relacionamentos, e por incrível que pareça, os meus foram cheios de “desastrinhos”, digo que eram desventuras em série; realmente meu amigos acreditam que eu tenha credibilidade para falar sobre isso e talvez eu tenha, pois creio que aprendemos bem mais com os erros que com os acertos.

Mas e aí? Será que eu tenho me ouvido? Acho que muito pouco; na teoria, eu seria a pessoa mais sensata do mundo, a mais desapegada, livre de fantasmas, mas na realidade, eu sou a mais apegada, que faz papel de trouxa e que tem um arquivo de rancor.

Quando aconselhamos alguém deveríamos refletir sobre nossa própria conduta, as vezes nos não enxergamos plenamente o problema que estamos passando e através dos problemas alheios conseguimos ter uma visão mais ampla de nos mesmos.

Meu conselho? Se ouça mais, seja aquilo que você aconselha seus amigos, assim como quer o melhor para eles, queira o melhor para você!

Larissa Emely
Ruiva, aprendiz de mãe, psicóloga de bêbado.